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POEMA VERDADEIRO RETIRADO DO LIVRO
"COM FISSÕES DE UM PROTUSUÁRIO DE BOTECO"
Trabalho poético e zen de
RICARDO WAGNER.
FALSO POEMA RETIRADO DE"AMOR TOTAL POR AMIGOS PUTOS" NUNCA PUBLICADO MAS AMADO POR paulo castro

Escrito por Paulo Castro às 17h38
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eu não peço
desculpas
pela
burrice

alheia : não tenho dó, piedade, ONG, abelhas doces, poetisas suicidas, anãs, filhas da puta em pêlo de pelúcia puta, putas disfarçadas, bêbados de AA-viciados, junkies que injetam estética na veia, escritores de neurose múltipla, vacinados em dia, Titanic de cruzeiro gay afundado, judeus, negros, brancos, puros, lineares, jiízes que vão me processar por isso, o cara que vai me currar na cadeia, a AIDS que vou pegar e todos pegam mesmo, a morte, nem o papo fraco do Allan Kardec.
Escrito por Paulo Castro às 21h48
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O que os senhores e senhoras
verão
agora é um caralho.
só que como todos são artistas
eu coloquei um caralho de arte.
se donzela ou donzelo
quiser ver a verdade

avise, mas deixará de ser artista,
avise na janela de comentários
que eu não consigo
por mil caralhos
mesmo ler
apesar do esforço
de Ricardo Wagner
e do caralho ABSOLUTO dele
e minha crença.
Escrito por Paulo Castro às 20h37
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...OU PONTO DE VISTA MICRÓLOGO

J u s t i f i c a t i v a:
mictório = mictorium = ato de micção )))presente em todos os animais, independentemente do QI e posto darwiniano(((.
Mijamos e defecamos o produto da ingestão: alimentos de praxe, ar, letras.
Escrever configura essencialidade assim como a costumeira micção.
Palavra se ingere -- e se expele.
Eis o lugar apropriado.
Eis o Mic.
Escrito por Ricardo Wagner A. Borges às 14h06
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DROGAS, LITERATURA E UM SACO DE VÔMITO.
Escrito por Paulo Castro às 11h22
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Dilema-pós

1) Desestrutura requer suporte.
2) Mãe virgem, pai leão:
E ninguém me trouxe
Ouro – mirra – incenso.
3) Parcelo cafuné
em mais prestações
que a Casas Bahia.
4) O fato de você incompreender alguém
resta inbastante para a seguinte ilação:
constatar que este alguém é louco.
5) Quem não entende em braile é cego.
Escrito por Ricardo Wagner A. Borges às 20h12
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DEDILHADO À PROFESSORA ROSE
O QUE UM ET TEM DE HUMANO
<<< remanescência do Plutônicas >>>

I – Brincar de maldito é melhor que brincar de comentarista de blogue.
II – Mostre-nos como elaborar o ‘maldito’, pois subentende-se de vossa reprovação que tu o sabes com maestria.
III – Nossa proposta enfoca caricaturizar o dito ‘maldito’. Sim. Não almejamos este rótulo. Queremos mesmo dessacralizar o culto ao maldito, demonstrando o quão pode soar cômico a letra portadora de praga, exagerando as qualidades grotescas assim como o faz o roteirista de HQ majorando as qualidades heróicas. Ora: não percebeste que somos justamente "antimalditos"?!
IV – Válido também o seguinte: se este teu WWW realmente é de teu usufruto, acho que não és um leitor(a) afinado, afeiçoado ao maldito.
V – "Vade retro!"... Colha em tua safra! Cuidado com as abelhas: elas têm pica/das grandes!
VI – Tu te amoldas ao tipo de intelectualóide saudosista que aprecia letra morta, isto é, considera digno do carimbo ‘seriedade maldita’ apenas um Baudelaire, Rimbaud, A. dos Anjos, Blake, todos defuntos-adubos de teu jardim. (?)
VII – Carrega teu florido WWW (real como o nome?) para o cemitério dos acima citados!
VIII – Maldição ou é piada, ou é massagem no saco.
Escrito por Ricardo Wagner A. Borges às 19h02
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